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	<title>souls &#8211; Três por Dez</title>
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	<description>Relembrando os tempos em que jogo bom vinha com cheiro de plástico e reflexo esverdeado</description>
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		<title>Expedition 33</title>
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		<dc:creator><![CDATA[The Archivist]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 13:03:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Clair Obscur: Expedition 33 – Review Desenvolvedor: Sandfall Interactive Gênero: RPG / Turn-based / Ação Data de lançamento: 24 de abril de 2025 Introdução Há muito tempo que eu não ficava tão impressionado com um jogo logo nos primeiros minutos. Expedition 33 me pegou desprevenido — e de uma forma que pouquíssimos jogos conseguem fazer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Clair Obscur: Expedition 33 – Review</h1>
<p><strong>Desenvolvedor:</strong> Sandfall Interactive<br />
<strong>Gênero:</strong> RPG / Turn-based / Ação<br />
<strong>Data de lançamento:</strong> 24 de abril de 2025</p>
<h2>Introdução</h2>
<p>Há muito tempo que eu não ficava tão impressionado com um jogo logo nos primeiros minutos. Expedition 33 me pegou desprevenido — e de uma forma que pouquíssimos jogos conseguem fazer hoje em dia.</p>
<p>Quando vi os primeiros trailers, confesso que fiquei cético. Mais um RPG turn-based? Será que seria só mais um jogo bonito tentando recriar a magia dos clássicos? Ah cara.. Como eu estava enganado...</p>
<p>Desde os tempos em que jogava Chrono Trigger, Final Fantasy 6 no SNES Final Fantasy 7 no meu PS1, passando pelas tardes infinitas com Grandia, até chegar aos Paper Mario no N64, eu sempre tive um carinho especial por RPGs de turno. Mas vou ser sincero: nos últimos anos, o gênero vinha me cansando um pouco. As batalhas pareciam lentas demais, a progressão arrastada, e muitos jogos pareciam estar apenas repetindo fórmulas antigas sem trazer nada de novo.</p>
<p>Expedition 33 não só trouxe algo novo — ele redefiniu completamente o que eu esperava de um RPG moderno. Este jogo é uma obra-prima. E não estou usando essa palavra de forma leviana. É genuinamente um dos melhores jogos que joguei nos últimos anos, e possivelmente o melhor RPG que já vi uma desenvolvedora estreiar, o jogo simplesmente foi maravilhoso.</p>
<p>A história começa de uma forma pesada, melancólica, quase incômoda. Você é colocado na pele de Gustave, interpretado magistralmente por Charlie Cox (sim, o Matt Murdock/Demolidor!), em um momento íntimo e devastador: o último encontro com Sophie, seu amor perdido, antes do Gommage — um evento anual onde a Paintress, uma entidade misteriosa e colossal, apaga da existência todos aqueles que atingiram uma certa idade. Este ano, o número é 33.</p>
<p>É um início que te soca no estômago. Não tem aquele textão explicativo chato, não tem prólogo arrastado. Te jogam direto na emoção crua, no desespero contido, na despedida final. É íntimo, é comovente, e te faz entender imediatamente o peso daquele mundo sem precisar de milhares de linhas de diálogo expositivo.</p>
<p>No começo eu me senti um pouco perdido, na verdade por um bom tempo fiquei meio sem entender porque nao pararam pra explicar muita coisa, mas eu na verdade acho melhor assim, pois o proprio jogo vai te mostrando e te dando desfechos de muita coisa, assim como um bom filme ou serie ou livro.</p>
<h2>A Premissa Genial</h2>
<p>A premissa de Expedition 33 é absolutamente brilhante e angustiante ao mesmo tempo. Imagine viver em um mundo onde existe um limite literal para sua vida. Não o limite natural da velhice, mas um número arbitrário ditado por uma criatura incompreensível que ninguém consegue combater.</p>
<p>A cidade de Lumière é a última fortaleza da humanidade, e todos os anos eles enviam uma expedição para tentar parar a Paintress. E dessa vez é a vez da Expedition 33, não posso dar muito spoiler pois nao quero estragar a magia toda da descoberta do jogo.</p>
<p>O que me fascinou é como essa premissa afeta tudo no jogo. Os personagens sabem que têm tempo limitado. Não há espaço para enrolação, para backstories intermináveis, para side quests que não significam nada. Cada conversa, cada momento, cada decisão tem peso porque o relógio está correndo — não só no jogo, mas na própria existência dessas pessoas.</p>
<p>E paradoxalmente, isso faz o jogo ser extremamente focado. São aproximadamente 30-40 horas de jogo, mas cada segundo importa. Não há gordura, não há padding, não há momentos onde você pensa &quot;podia ter cortado isso&quot;. É enxuto, é intenso, é preciso como uma cirurgia. Na verdade, teve alguns momentos que deliberadamente eu decidi procurar ou buscar outra coisa pra aprimorar minhas tecnicas de parry e ganhar um pouco de experiencia. Mas, o grinding nesse jogo nao eh nem um pouco necessario, não sei explicar, mas eles conseguiram capturar uma essencia que poucos jogos trazem. Na verdade não são exatamente os personagens que se aprimoram somente, mas você mesmo consegue entender as mecanicas do jogo e fazer o parry, na real você também está evoluindo e melhorando seus reflexos e entendendo como cada tipo de inimigo vai te atacar. Conforme você vai jogando, você vai se sentindo mais experiente e sábio pra enfrentar o que vier pela frente.</p>
<h2>Gameplay – Revolucionando o Turn-Based</h2>
<p>Aqui é onde Expedition 33 realmente brilha e inova de uma forma que eu nunca tinha visto antes.</p>
<p>Vou ser direto: este jogo pegou o combate turn-based clássico e colocou anabolizantes nele. É turn-based, sim, mas é também frenético, dinâmico, visceral e extremamente reativo. Se você, como eu, já bocejou durante batalhas de RPG esperando animações lentas terminarem, prepare-se para ter sua mente explodida. Esse sistema de batalha com parry nao te deixa descansar e nem ficar desatento, pois toda hora voce tem que desviar, revidar e saber o momento certo pra conseguir atacar bem.</p>
<p>O sistema de combate mistura:</p>
<ul>
<li><strong>Ataques em tempo real</strong>: Você mira livremente seus ataques e habilidades durante seu turno, como em um shooter. Quer acertar aquele ponto fraco? Mire nele!</li>
<li><strong>Contras e esquivas com timing perfeito</strong>: Todo ataque inimigo pode ser defendido com timing preciso. Parry perfeito? Causa dano massivo e abre brechas. É como um Dark Souls dentro de um JRPG.</li>
<li><strong>Ataques coordenados da equipe</strong>: Acertou um parry com todos os membros do time? Prepare-se para uma explosão visual de combos devastadores que tiram milhões de HP.</li>
<li><strong>Múltiplos sistemas se entrelaçando</strong>: Tem o sistema de Lumens (sua mana/energia), Pictos (equipáveis que te dão habilidades como no FF IX), Tints (poções limitadas como nos Souls), e um sistema de builds complexo que escala seus ataques com atributos específicos.</li>
</ul>
<p>O que poderia ser confuso e excessivo na verdade é perfeitamente equilibrado. A curva de aprendizado existe, sim, mas o jogo te guia muito bem. E quando você finalmente entende todos os sistemas e começa a encadear combos, usar as habilidades certas no momento certo, e acertar aqueles parries impossíveis... cara, é um êxtase. É realmente delicioso de jogar, você se sente envolvido e não consegue parar. Não tenho palavras pra descrever. Confesso que a curva de aprendizado realmente segura, e voce vai conseguir lidar bem mesmo com as mecanicas la na frente, no começo do jogo você só tá explorando e aprendendo. Mas ao mesmo tempo, você sente uma progressão que vai te acompanhando com o jogo, conforme você vai achando novos inimigos, a dificuldade e a suas habilidades tem que aumentar.</p>
<p>Cada luta parece um evento. Os efeitos visuais são tão absurdos, tão lindos, que você fica vidrado na tela. Quando a Maelle lança o Rain of Fire, quando o Sciel conjura suas cartas mágicas, quando o Lune solta seus ataques elementais — é de arrepiar. Parece que estou assistindo uma serie de ação direto na minha tela.</p>
<p>E o mais importante: <strong>nunca é repetitivo</strong>. Cada inimigo tem padrões únicos, cada boss é uma batalha épica que te força a usar tudo que você aprendeu. Eu corria para os combates, não fugia deles. Era cada vez mais gostoso enfrentar mais inimigos.</p>
<h2>Visual – Uma Obra de Arte em Movimento</h2>
<p>Chamar Expedition 33 de bonito é injusto. Este jogo é visualmente deslumbrante de uma forma que rivaliza com qualquer Triple-A moderno. É, sem exagero, um dos jogos mais bonitos que já joguei — e estou colocando ele lado a lado com Elden Ring, Horizon, e qualquer outro showcase gráfico que você imaginar.</p>
<p>O mundo é inspirado na Belle Époque francesa (o período entre 1871 e a Primeira Guerra Mundial), mas misturado com elementos fantásticos e surreais de uma forma única. Não é medieval genérico, não é cyberpunk, não é steampunk — é algo completamente próprio. Outro ponto maravilhoso do jogo onde eu nunca tinha visto ser tão original.</p>
<p>A direção de arte usa o conceito de &quot;clair-obscur&quot; o jogo entre luz e sombra — de forma magistral. Há momentos onde o contraste é tão intenso que chega a ser quase desconfortável, mas sempre intencional, sempre significativo.</p>
<p>Os cenários são de cair o queixo:</p>
<ul>
<li><strong>Flying Waters</strong>: Uma área que parece estar debaixo d'água, mas não está. Esqueletos de navios flutuando no ar, conchas gigantes no chão, tudo banhado por uma luz etérea. É de tirar o fôlego.</li>
<li><strong>A cidade de Lumière</strong>: Uma metrópole decadente mas ainda majestosa, com arquitetura art nouveau e uma atmosfera melancólica constante.</li>
<li><strong>Os cenários naturais</strong>: Florestas densas, praias desertas, montanhas impossíveis — cada área é radicalmente diferente da anterior.</li>
</ul>
<p>E os personagens? Cada um tem uma personalidade visual fortíssima. O jeito que o Gustave entra nas batalhas, como a Maelle movimenta suas correntes, como o Lune dança enquanto conjura magias — cada animação é uma pequena obra de arte.</p>
<p>Tem até os Gestrals, essas criaturas parecidas com pincéis animados que servem como mercadores e que dançam de biquíni nas praias. É bizarro, é engraçado, e é absolutamente memorável.</p>
<h2>Trilha Sonora – Simplesmente Perfeita</h2>
<p>Lorien Testard. Grave esse nome, porque esse compositor acabou de criar uma das melhores trilhas sonoras da história dos games. E eu ainda digo mais, os arranjos, os efeitos, tudo combina e se encaixa perfeitamente.</p>
<p>Não, não estou exagerando. Esta é facilmente uma das melhores trilhas sonoras que já ouvi em videogames, competindo de igual para igual com clássicos como Chrono Trigger, Final Fantasy VI, Donkey Kong Country, Sea of Stars, e outros monumentos da música em games.</p>
<p>A trilha mistura:</p>
<ul>
<li>Orquestra clássica grandiosa</li>
<li>Jazz suave e melancólico</li>
<li>Rock elétrico pesado</li>
<li>Pop dos anos 80</li>
<li>E várias faixas com vocais em francês que são de arrepiar</li>
</ul>
<p>Mesmo não entendendo francês, a emoção nas vozes é palpável. Faixas como &quot;Une vie à peindre&quot; (Uma vida para pintar) e &quot;Une vie à t'aimer&quot; (Uma vida para te amar) me fizeram chorar. Literalmente. A forma como elas são usadas nas cenas certas é devastadora.</p>
<p>A trilha não é apenas boa — ela é parte fundamental da experiência. Cada região tem temas únicos, cada personagem tem suas próprias melodias, cada batalha tem sua música perfeita. E tudo funciona em perfeita harmonia com o visual e o gameplay.</p>
<p>Vira e mexe me pego ouvindo a OST enquanto trabalho. Isso diz tudo</p>
<h2>História e Personagens – Profundo e Comovente</h2>
<p>Expedition 33 não tem medo de lidar com temas pesados. Morte, perda, propósito, sacrifício, trauma — tudo isso é explorado com uma maturidade rara.</p>
<p>Mas ao mesmo tempo, o jogo sabe quando aliviar. Há momentos genuinamente engraçados, cenas leves de amizade, diálogos bobos entre os Gestrals. O equilíbrio entre o peso dramático e os momentos de leveza é perfeito.</p>
<p>O elenco é pequeno, mas cada personagem é extremamente bem desenvolvido:</p>
<ul>
<li><strong>Gustave</strong> é um protagonista carismático e genuinamente amável</li>
<li><strong>Maelle</strong> traz força e vulnerabilidade em igual medida</li>
<li><strong>Verso e Monoco</strong> brigam como um casal de velhos e é adorável</li>
<li><strong>Sciel, Lune</strong> e os outros — cada um tem sua história, seus traumas, suas motivações</li>
</ul>
<p>E as dublagens? Impecáveis. Charlie Cox está incrível como Gustave, mas todo o elenco entrega performances naturais e críveis do início ao fim.</p>
<p>A história tem plot twists que me pegaram completamente de surpresa, momentos de puro horror surreal, e um final que — não vou dar spoilers — mas é simplesmente magistral. O jogo é impecavel, eu me lembro de jogar todo dia antes de dormir, e cada dia eu ia dormir me indagando ou imaginando que estaria por vir pela frente. Me lembro que um dia, eu fui pego completamente de surpresa, mas eu não quero falar muito porque nao quero estragar nem dar spoilers. Joguem e vejam.</p>
<h2>Conteúdo e Progressão</h2>
<p>Apesar das 25-30 horas da história principal, o jogo tem muito mais a oferecer:</p>
<ul>
<li><strong>Side quests significativas</strong>: Cada quest secundária tem história, contexto, e recompensas que valem a pena</li>
<li><strong>Diários das expedições anteriores</strong>: Colecionáveis que contam histórias emocionantes das 32 expedições que falharam antes</li>
<li><strong>Exploração recompensadora</strong>: O mundo está cheio de segredos escondidos</li>
</ul>
<p>A progressão nunca parece moída ou artificial. Você está sempre avançando, sempre descobrindo algo novo, sempre evoluindo seus personagens de formas significativas.</p>
<h2>Pontos Positivos</h2>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Combate turn-based revolucionário e viciante<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Visuais absolutamente deslumbrantes<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Trilha sonora obra-prima<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> História madura e emocionalmente impactante<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Elenco de personagens carismático<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Dublagem e atuações de voz perfeitas<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Direção de arte única e memorável<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ritmo perfeito — nada de gordura ou padding<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Sistema de builds profundo e satisfatório<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Mundo rico em lore e detalhes<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Cada luta parece um evento épico</p>
<h2>Pontos Negativos</h2>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/274c.png" alt="❌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A curva de aprendizado pode ser íngreme para iniciantes em turn-based<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/274c.png" alt="❌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O sistema de parry pode ser frustrante até você pegar o jeito, mas depois que aprende vale total a pena, a recompensa eh fantástica.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Expedition 33 não é apenas um ótimo jogo — é um marco. É o tipo de jogo que vem uma vez por geração e redefine expectativas para todo um gênero. Pra mim entrou na lista dos melhores jogos de todos os tempos, e olha que fazia tempo que nenhum jogo entrava nela hein.</p>
<p>Sandfall Interactive, um estúdio de apenas 30 pessoas, conseguiu criar algo que rivaliza e frequentemente supera produções de estúdios gigantes com orçamentos dez vezes maiores. É uma prova de que talento, paixão e visão criativa importam mais do que dinheiro e recursos.</p>
<p>Este jogo me fez sentir aquela magia que senti quando joguei Chrono Trigger, Final Fantasy VI, Grandia pela primeira vez. Aquela sensação de estar vivenciando algo especial, algo que vai ficar comigo para sempre. É raro encontrar jogos assim hoje em dia.</p>
<p>Se você gosta de RPGs, se você aprecia narrativas maduras, se você quer ver o que o combate turn-based pode ser quando feito com inovação e ousadia — Expedition 33 é obrigatório. Não é apenas recomendado, é <strong>essencial</strong>.</p>
<p>Compre. Jogue. Experiencie. Você vai se lembrar deste jogo daqui a 20 anos, assim como ainda nos lembramos dos clássicos da era de ouro dos JRPGs.</p>
<p>Sandfall Interactive criou uma obra-prima absoluta. E isso é só o começo deles. Mal posso esperar para ver o que vem a seguir.</p>
<p>Obrigado, Sandfall, por me fazer acreditar novamente na magia dos RPGs.</p>
<h2>Para Quem é Este Jogo?</h2>
<p><strong>Recomendado para:</strong></p>
<ul>
<li>Fãs de JRPGs clássicos (Final Fantasy, Chrono Trigger)</li>
<li>Jogadores que apreciam combate desafiador com timing</li>
<li>Quem gosta de narrativas maduras e emocionais</li>
<li>Apreciadores de direção de arte única</li>
<li>Fãs de trilhas sonoras memoráveis</li>
<li>Jogadores que valorizam qualidade sobre quantidade</li>
<li>Quem procura inovação no gênero turn-based</li>
</ul>
<p><strong>Não recomendado para:</strong></p>
<ul>
<li>Quem busca apenas relaxar sem desafios</li>
<li>Jogadores que não gostam de combate baseado em timing</li>
<li>Quem espera 100+ horas de conteúdo</li>
<li>Jogadores que preferem mundos abertos exploráveis livremente</li>
<li>Quem não tem paciência para aprender sistemas complexos</li>
</ul>
<p><em>Review feito no PC. Jogo também disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S, e Game Pass.</em></p>
<h2>Nota Final</h2>
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      <tr>
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      </tr>
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        <td class="rv-game-genre" colspan="5">RPG / Turn-based / Ação</td>
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    </thead>
    <tbody>
      <tr>
        <td>Graphics</td>
        <td>Sound</td>
        <td>Gameplay</td>
        <td>Challenge</td>
        <td>Overall</td>
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    <tfoot>
      <tr>
        <td>10/10</td>
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